As novas tecnologias de produção têm feito muito bem para o setor de audiovisual. O volume de trabalho tem aumentado para as produtoras de vídeos, principalmente para aquelas que, além de materiais publicitários, produzem tutoriais e outros tipos de vídeos institucionais, como os usados nos programas de motivação e de treinamento. 

No entanto, apesar da relevância conquistada pelos vídeos institucionais nas estratégias das empresas, ainda persistem no mercado alguns mitos sobre o papel de uma boa produtora de vídeos. Preparamos este post para desvendá-los. Confira!

Basta saber mexer na câmera e editar o vídeo

Um equívoco bastante comum é acreditar que não existe diferença entre o trabalho desenvolvido por produtoras de vídeos especializadas em filmes publicitários e as que atuam com materiais institucionais. Não basta saber operar equipamentos e dar o tratamento final ao material, é preciso conhecer as peculiaridades desse tipo de vídeo.

No caso da publicidade, a produtora geralmente tem como cliente a agência, responsável por conceber a ideia e acompanhar a produção do projeto. Na área de vídeos institucionais a história é diferente. Pode haver agências envolvidas, mas é comum o atendimento direto aos clientes.

Nessa situação, cabe à produtora fazer os ajustes necessários. Ela deve ajudar a empresa tirar a ideia do papel, ou seja, o seu envolvimento acaba sendo maior, porque precisa entender as reais demandas do cliente e adaptá-las para a linguagem audiovisual.

Sai caro fazer um vídeo institucional

A questão dos custos é bem importante, porque a percepção de muitas pessoas é de que a empresa vai precisar investir uma fortuna para fazer um vídeo institucional. Isso pode ser verdade no caso de uma produção publicitária grandiosa, mas não é o que acontece com uma produtora de vídeos corporativos.

Essas empresas sabem que esse tipo de projeto exige um orçamento mais acessível. Além disso, as produtoras têm uma estrutura adequada para realizar esses trabalhos e planejam bem cada etapa, reduzindo custos. Assim não precisam, por exemplo, de uma equipe muito numerosa, já que seus profissionais são versáteis e já possuem o know-how necessário para esses trabalhos.

Não é preciso ter mão de obra especializada

A popularização dos vídeos não significa que qualquer um pode fazer esse tipo de material, nem que o cliente pode abrir mão de um trabalho profissional. Fique atento: o barato pode sair caro se a empresa recorrer a um amador.

Por mais simples que pareça, um bom vídeo corporativo precisa do olhar de especialistas. Para extrair o melhor desse tipo de recurso, não basta apertar o REC. Uma boa produtora de vídeos é que vai ajudar a empresa a definir as diversas estratégias que precisam ser adotadas.

É mais difícil que uma pessoa sem a formação e a experiência adequadas consiga optar pela melhor escolha em meio a uma infinidade de opções. Existem inúmeros recursos narrativos que podem ser usados para que seu material não caia na mesmice e acabe sendo uma experiência chata para o espectador, por exemplo. E isso é só um dos aspectos que exigem um olhar experiente.

Um bom profissional sabe dizer em quais situações o vídeo deve ir direto ao assunto, apelar para o elemento surpresa, usar o humor ou mesmo adotar um tom mais provocativo.

Além da linguagem, é preciso definir o formato, elaborar um roteiro, cuidar da produção, selecionar uma trilha sonora e, finalmente, fazer a melhor edição do material. Sem ajuda profissional o vídeo pode gerar o efeito contrário e depor contra a marca.

Para não errar, é preciso entender bem as funções de uma produtora de vídeos e, claro, confiar que um bom vídeo é um caminho eficaz para apresentar os benefícios de sua marca de forma simples e didática.

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